Esquina do Souza
Souza passou anos atrás do balcão do Veloso, um dos bares mais cultuados de São Paulo, antes de encontrar a esquina certa para chamar de sua. O desafio de criar uma marca que parecesse ter sempre existido naquela esquina da Pompeia, como se o bairro já a conhecesse antes mesmo da inauguração.
Fazer uma identidade genérica não faria justiça de quem Souza é. Era preciso comunicar tradição sem clichê e uma personalidade sem arrogância.O conceito da identidade parte, a esquina é um lugar de encontro. Diferente de uma rua que é uma passagem, a esquina é um destino.
Esse conceito o nome próprio do bar em estratégia de posicionamento. O nome do fundador no título carrega a uma experiência de um bar que tem dono com história, e a esquina é simbólico da São Paulo que ainda valoriza o bairro, o chopp bem tirado, a caipirinha feita com perfeição.
A estética, portanto, não foi o bar contemporâneo ou o gastropub de design minimalista. Foi o bar paulistano de memória, aqueles tem camadas e camadas de histórias nas paredes, que têm letreiros com personalidade própria e pisos que contam o tempo.O processo parte de um sistema visual que que tem a elegância da tradição e o humor característico do bar de bairro. Identidade esta que existe também na personalidade de um bom barman, uma técnica apurada e irreverência na medida certa.
O lettering combina uma tipografia serifada com alto contraste e personalidade de display, com uma segunda fonte de apoio em caixa baixa, mais leve. "Esquina do" é o contexto, "SOUZA" a assinatura. O nome do Souza é ativo principal da marca, ocupando o maior peso visual da composição. O símbolo da placa da esquina do cruzamento faz da própria sinalização urbana, um símbolo de marca.
O sistema de cores é construído sobre o marrom escuro avermelhadocomo cor institucional dominante um ocre dourado como destaque e o branco como respiro. A escolha do marrom escuro, lembra a cor das madeiras envelhecidas, dos balcões de bar que já viram muita coisa. O dourado é o reflexo da luz num copo de chopp. Uma paleta funcional que permite variações de aplicação mantendo coesão.
A barra ondulada “rick-rack” é uma referência de brasilidade, um elemento decorativo popular que aparece em toldos e toalhas de bar pelo Brasil inteiro.
A frase "Vai ver se eu tô na Esquina!" é a síntese mais precisa do tom de voz da marca: bem-humorado, acolhedor e irreverência paulistana. O mesmo espírito aparece também na frase "Cliente fiel bate o ponto!" o Esquina do Souza quer ser o bar que as pessoas frequentam como rotina, não como ocasião especial.
A linguagem visual equilibra imagens de produto com alto apelo sensorial, temos o chopp com espuma perfeita, a feijoada que da vontade sentar e comer, as caipirinhas que brilham aos olhos, com tipografia de dislay. Essa abordagem cria uma linguagem de comunicação que é ao mesmo tempo apetitosa e autoral.A identidade do Esquina do Souza entrega o que projeto que tem a sensação de que aquele lugar sempre existiu. O conjunto de escolhas como tipografia, personalidade histórica, paleta, elementos gráficos de cultura visual brasileira e verbal com voz própria cria uma marca que uma boa esquina de São Paulo merece.
O reconhecimento da Veja como melhor bar da cidade em dois anos consecutivos valida o que a identidade já comunicava desde o início: o Esquina do Souza não precisou inventar nada. Precisava só nascer ali.
Esquina do Souza
Souza passou anos atrás do balcão do Veloso, um dos bares mais cultuados de São Paulo, antes de encontrar a esquina certa para chamar de sua. O desafio de criar uma marca que parecesse ter sempre existido naquela esquina da Pompeia, como se o bairro já a conhecesse antes mesmo da inauguração.
Fazer uma identidade genérica não faria justiça de quem Souza é. Era preciso comunicar tradição sem clichê e uma personalidade sem arrogância.O conceito da identidade parte, a esquina é um lugar de encontro. Diferente de uma rua que é uma passagem, a esquina é um destino.
Esse conceito o nome próprio do bar em estratégia de posicionamento. O nome do fundador no título carrega a uma experiência de um bar que tem dono com história, e a esquina é simbólico da São Paulo que ainda valoriza o bairro, o chopp bem tirado, a caipirinha feita com perfeição.
A estética, portanto, não foi o bar contemporâneo ou o gastropub de design minimalista. Foi o bar paulistano de memória, aqueles tem camadas e camadas de histórias nas paredes, que têm letreiros com personalidade própria e pisos que contam o tempo.O processo parte de um sistema visual que que tem a elegância da tradição e o humor característico do bar de bairro. Identidade esta que existe também na personalidade de um bom barman, uma técnica apurada e irreverência na medida certa.
O lettering combina uma tipografia serifada com alto contraste e personalidade de display, com uma segunda fonte de apoio em caixa baixa, mais leve. "Esquina do" é o contexto, "SOUZA" a assinatura. O nome do Souza é ativo principal da marca, ocupando o maior peso visual da composição. O símbolo da placa da esquina do cruzamento faz da própria sinalização urbana, um símbolo de marca.
O sistema de cores é construído sobre o marrom escuro avermelhadocomo cor institucional dominante um ocre dourado como destaque e o branco como respiro. A escolha do marrom escuro, lembra a cor das madeiras envelhecidas, dos balcões de bar que já viram muita coisa. O dourado é o reflexo da luz num copo de chopp. Uma paleta funcional que permite variações de aplicação mantendo coesão.
A barra ondulada “rick-rack” é uma referência de brasilidade, um elemento decorativo popular que aparece em toldos e toalhas de bar pelo Brasil inteiro.
A frase "Vai ver se eu tô na Esquina!" é a síntese mais precisa do tom de voz da marca: bem-humorado, acolhedor e irreverência paulistana. O mesmo espírito aparece também na frase "Cliente fiel bate o ponto!" o Esquina do Souza quer ser o bar que as pessoas frequentam como rotina, não como ocasião especial.
A linguagem visual equilibra imagens de produto com alto apelo sensorial, temos o chopp com espuma perfeita, a feijoada que da vontade sentar e comer, as caipirinhas que brilham aos olhos, com tipografia de dislay. Essa abordagem cria uma linguagem de comunicação que é ao mesmo tempo apetitosa e autoral.A identidade do Esquina do Souza entrega o que projeto que tem a sensação de que aquele lugar sempre existiu. O conjunto de escolhas como tipografia, personalidade histórica, paleta, elementos gráficos de cultura visual brasileira e verbal com voz própria cria uma marca que uma boa esquina de São Paulo merece.
O reconhecimento da Veja como melhor bar da cidade em dois anos consecutivos valida o que a identidade já comunicava desde o início: o Esquina do Souza não precisou inventar nada. Precisava só nascer ali.
Esquina do Souza
Souza passou anos atrás do balcão do Veloso, um dos bares mais cultuados de São Paulo, antes de encontrar a esquina certa para chamar de sua. O desafio de criar uma marca que parecesse ter sempre existido naquela esquina da Pompeia, como se o bairro já a conhecesse antes mesmo da inauguração.
Fazer uma identidade genérica não faria justiça de quem Souza é. Era preciso comunicar tradição sem clichê e uma personalidade sem arrogância.O conceito da identidade parte, a esquina é um lugar de encontro. Diferente de uma rua que é uma passagem, a esquina é um destino.
Esse conceito o nome próprio do bar em estratégia de posicionamento. O nome do fundador no título carrega a uma experiência de um bar que tem dono com história, e a esquina é simbólico da São Paulo que ainda valoriza o bairro, o chopp bem tirado, a caipirinha feita com perfeição.
A estética, portanto, não foi o bar contemporâneo ou o gastropub de design minimalista. Foi o bar paulistano de memória, aqueles tem camadas e camadas de histórias nas paredes, que têm letreiros com personalidade própria e pisos que contam o tempo.O processo parte de um sistema visual que que tem a elegância da tradição e o humor característico do bar de bairro. Identidade esta que existe também na personalidade de um bom barman, uma técnica apurada e irreverência na medida certa.
O lettering combina uma tipografia serifada com alto contraste e personalidade de display, com uma segunda fonte de apoio em caixa baixa, mais leve. "Esquina do" é o contexto, "SOUZA" a assinatura. O nome do Souza é ativo principal da marca, ocupando o maior peso visual da composição. O símbolo da placa da esquina do cruzamento faz da própria sinalização urbana, um símbolo de marca.
O sistema de cores é construído sobre o marrom escuro avermelhadocomo cor institucional dominante um ocre dourado como destaque e o branco como respiro. A escolha do marrom escuro, lembra a cor das madeiras envelhecidas, dos balcões de bar que já viram muita coisa. O dourado é o reflexo da luz num copo de chopp. Uma paleta funcional que permite variações de aplicação mantendo coesão.
A barra ondulada “rick-rack” é uma referência de brasilidade, um elemento decorativo popular que aparece em toldos e toalhas de bar pelo Brasil inteiro.
A frase "Vai ver se eu tô na Esquina!" é a síntese mais precisa do tom de voz da marca: bem-humorado, acolhedor e irreverência paulistana. O mesmo espírito aparece também na frase "Cliente fiel bate o ponto!" o Esquina do Souza quer ser o bar que as pessoas frequentam como rotina, não como ocasião especial.
A linguagem visual equilibra imagens de produto com alto apelo sensorial, temos o chopp com espuma perfeita, a feijoada que da vontade sentar e comer, as caipirinhas que brilham aos olhos, com tipografia de dislay. Essa abordagem cria uma linguagem de comunicação que é ao mesmo tempo apetitosa e autoral.A identidade do Esquina do Souza entrega o que projeto que tem a sensação de que aquele lugar sempre existiu. O conjunto de escolhas como tipografia, personalidade histórica, paleta, elementos gráficos de cultura visual brasileira e verbal com voz própria cria uma marca que uma boa esquina de São Paulo merece.
O reconhecimento da Veja como melhor bar da cidade em dois anos consecutivos valida o que a identidade já comunicava desde o início: o Esquina do Souza não precisou inventar nada. Precisava só nascer ali.














