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Bravo

  • Criar uma marca para um escritório de branding não é uma tarefa simples, que se resolve somente com design.
    O fundador da Bravo, tem mais de 15 anos de mercado nas costas, anos trabalhando , estudando, observando o que funcionava, o que era entregue e, principalmente, o que era abandonado. Esse padrão se repetia muito, “um projeto de identidade visual concluído, a marca lançada e, em seguida, deixada à própria sorte”. A pergunta a ser feita era a mais importante. O que acontece com a marca depois?
    O desafio da Bravo não era apenas criar uma identidade para uma escritório. Era construir a prova de que design com a gestão contínua é muito diferente de design como uma entrega única. E fazer isso num mercado onde o minimalismo virou o “mainstream”, somando-se que a IA virou muleta o pensamento e a palavra "branding" perdeu muito do real valor que deveria ter.

  • Um dos insights foi bem claro: ser feito por humanos será um diferencial de mercado.
    Num cenário onde ferramentas generativas entregam identidades, imagens e layouts em minutos, a Bravo posicionou a presença humana, que tem as características de sua imperfeição, repertório cultural e um pensamento como o ativo indispensável que uma marca pode ter. Ser “crafted by humans” é um posicionamento de negócio. É uma resposta à tendência de um pedaço de mercado, que se mostra nos anos a seguir.
    A segunda decisão foi de não ter o minimalismo como estética dominante. Não por rebeldia apenas, mas porque marcas plurais, com densidade e com propósito são os “assets” mais valiosos do design contemporâneo.
    O terceiro movimento foi de construir uma marca mutável por princípio, não por falta de identidade, mas para ela ser adaptável. Uma expressão visual que se adapta sem perder identidade, como toda marca saudável precisa fazer ao longo do tempo.

  • A tipografia do logo foi feita sob medida, com inspiração direta nos posteres gráfico dos anos 70 especificamente na Motter Ombra. Letras com personalidade, peso e presença. Uma voz tipográfica própria.
    Mas personalidade não é desestruturada, é aí onde entra a disciplina do Swiss Style, não para prender, mas para guia-la com inteligência. Os grids funcionando como uma caixa que guarda o caos. A relação entre esses dois mundos é o sistema. O orgânico respira na estrutura. A estrutura ganha vida no orgânico.
    A paleta cromática foi construída em três divisões. O “Blaze Orange” como cor de identidade primária, vibrante, territorial, impossível de ignorar. O equilíbrio do “Charcoal Grey”, que empresta profundidade e seriedade. Os vermelhos, “Ruby Red” e o “Red”, para quando a comunicação exige tensão. E os violetas “Indigo” e “Russian Violet” para os momentos de destaques. Uma paleta que permite à marca funcionar de formas diferentes em contextos diferentes.

  • A Bravo chega ao mercado com este desafio de ser, antes de qualquer coisa, a prova viva de seus valores. A identidade não poderia apenas representar o escritório, ela teria de ser um argumento convincente de tudo que representa.
    Numa categoria onde a maioria das agências se parece com as marcas que critica. A Bravo anda por um território visual e conceitual diferente: onde o design é feito repertório, com mentes humanas e guiado com intenção.

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Bravo

  • Criar uma marca para um escritório de branding não é uma tarefa simples, que se resolve somente com design.
    O fundador da Bravo, tem mais de 15 anos de mercado nas costas, anos trabalhando , estudando, observando o que funcionava, o que era entregue e, principalmente, o que era abandonado. Esse padrão se repetia muito, “um projeto de identidade visual concluído, a marca lançada e, em seguida, deixada à própria sorte”. A pergunta a ser feita era a mais importante. O que acontece com a marca depois?
    O desafio da Bravo não era apenas criar uma identidade para uma escritório. Era construir a prova de que design com a gestão contínua é muito diferente de design como uma entrega única. E fazer isso num mercado onde o minimalismo virou o “mainstream”, somando-se que a IA virou muleta o pensamento e a palavra "branding" perdeu muito do real valor que deveria ter.

  • Um dos insights foi bem claro: ser feito por humanos será um diferencial de mercado.
    Num cenário onde ferramentas generativas entregam identidades, imagens e layouts em minutos, a Bravo posicionou a presença humana, que tem as características de sua imperfeição, repertório cultural e um pensamento como o ativo indispensável que uma marca pode ter. Ser “crafted by humans” é um posicionamento de negócio. É uma resposta à tendência de um pedaço de mercado, que se mostra nos anos a seguir.
    A segunda decisão foi de não ter o minimalismo como estética dominante. Não por rebeldia apenas, mas porque marcas plurais, com densidade e com propósito são os “assets” mais valiosos do design contemporâneo.
    O terceiro movimento foi de construir uma marca mutável por princípio, não por falta de identidade, mas para ela ser adaptável. Uma expressão visual que se adapta sem perder identidade, como toda marca saudável precisa fazer ao longo do tempo.

  • A tipografia do logo foi feita sob medida, com inspiração direta nos posteres gráfico dos anos 70 especificamente na Motter Ombra. Letras com personalidade, peso e presença. Uma voz tipográfica própria.

    Mas personalidade não é desestruturada, é aí onde entra a disciplina do Swiss Style entra aqui, não para prender, mas para guia-la com inteligência. Os grids funcionando como uma caixa que guarda o caos. A relação entre esses dois mundos é o sistema. O orgânico respira na estrutura. A estrutura ganha vida no orgânico.

    A paleta cromática foi construída em três divisões. O “Blaze Orange” como cor de identidade primária, vibrante, territorial, impossível de ignorar. O equilíbrio do “Charcoal Grey”, que empresta profundidade e seriedade. Os vermelhos, “Ruby Red” e o “Red”, para quando a comunicação exige tensão. E os violetas “Indigo” e “Russian Violet” para os momentos de destaques. Uma paleta que permite à marca funcionar de formas diferentes em contextos diferentes.

  • A Bravo chega ao mercado com este desafio de ser, antes de qualquer coisa, a prova viva de seus valores. A identidade não poderia apenas representar o escritório, ela teria de ser um argumento convincente de tudo que representa.
    Numa categoria onde a maioria das agências se parece com as marcas que critica. A Bravo anda por um território visual e conceitual diferente: onde o design é feito repertório, com mentes humanas e guiado com intenção.

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  • Criar uma marca para um escritório de branding não é uma tarefa simples, que se resolve somente com design.
    O fundador da Bravo, tem mais de 15 anos de mercado nas costas, anos trabalhando , estudando, observando o que funcionava, o que era entregue e, principalmente, o que era abandonado. Esse padrão se repetia muito, “um projeto de identidade visual concluído, a marca lançada e, em seguida, deixada à própria sorte”. A pergunta a ser feita era a mais importante. O que acontece com a marca depois?
    O desafio da Bravo não era apenas criar uma identidade para uma escritório. Era construir a prova de que design com a gestão contínua é muito diferente de design como uma entrega única. E fazer isso num mercado onde o minimalismo virou o “mainstream”, somando-se que a IA virou muleta o pensamento e a palavra "branding" perdeu muito do real valor que deveria ter.

  • Um dos insights foi bem claro: ser feito por humanos será um diferencial de mercado.
    Num cenário onde ferramentas generativas entregam identidades, imagens e layouts em minutos, a Bravo posicionou a presença humana, que tem as características de sua imperfeição, repertório cultural e um pensamento como o ativo indispensável que uma marca pode ter. Ser “crafted by humans” é um posicionamento de negócio. É uma resposta à tendência de um pedaço de mercado, que se mostra nos anos a seguir.
    A segunda decisão foi de não ter o minimalismo como estética dominante. Não por rebeldia apenas, mas porque marcas plurais, com densidade e com propósito são os “assets” mais valiosos do design contemporâneo.
    O terceiro movimento foi de construir uma marca mutável por princípio, não por falta de identidade, mas para ela ser adaptável. Uma expressão visual que se adapta sem perder identidade, como toda marca saudável precisa fazer ao longo do tempo.

  • A tipografia do logo foi feita sob medida, com inspiração direta nos posteres gráfico dos anos 70 especificamente na Motter Ombra. Letras com personalidade, peso e presença. Uma voz tipográfica própria.
    Mas personalidade não é desestruturada, é aí onde entra a disciplina do Swiss Style, não para prender, mas para guia-la com inteligência. Os grids funcionando como uma caixa que guarda o caos. A relação entre esses dois mundos é o sistema. O orgânico respira na estrutura. A estrutura ganha vida no orgânico.
    A paleta cromática foi construída em três divisões. O “Blaze Orange” como cor de identidade primária, vibrante, territorial, impossível de ignorar. O equilíbrio do “Charcoal Grey”, que empresta profundidade e seriedade. Os vermelhos, “Ruby Red” e o “Red”, para quando a comunicação exige tensão. E os violetas “Indigo” e “Russian Violet” para os momentos de destaques. Uma paleta que permite à marca funcionar de formas diferentes em contextos diferentes.

  • A Bravo chega ao mercado com este desafio de ser, antes de qualquer coisa, a prova viva de seus valores. A identidade não poderia apenas representar o escritório, ela teria de ser um argumento convincente de tudo que representa.
    Numa categoria onde a maioria das agências se parece com as marcas que critica. A Bravo anda por um território visual e conceitual diferente: onde o design é feito repertório, com mentes humanas e guiado com intenção.

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