Dope Sheet
O streetwear é um segmento muito saturado e disputado no meio da moda. Marcas vem e vão no mesmo ciclo de hype que as criou. O desafio da Dope Sheet era entrar nesse mercado com autenticidade para ser reconhecida por quem cresceu ouvindo Tribe Called Quest e assistindo Fresh Prince, e ao mesmo tempo impactar jovens que descobriram essa cultura através dos streamings.
O ponto de partida foi técnica da animação, o dope sheet é o gráfico de controle e dá ritmo às cenas. Nas ruas, dope é uma gíria imortalizada na era dourada do hip hop para nomear o que é excelente, inesquecível. Sheet tem o som similar a “shit” um palavrão, mas que nas gírias, se transformou em aprovação máxima.
Essa origem na animação não é restrita somente ao nome. Ela tem como base o uma parte da linguagem visual da marca. Se o dope sheet criava o ritmo do cartoon, a identidade da Dope Sheet deveria então ter essa estética e lógica dos cartoons anos 90 e início dos 2000, Cartoon Network e Nickelodeon. Muros levados para as roupas. Cartoons levados para as ruas.O lettering do logotipo acontece em duas ideias. DOPE em pesado, com estrutura quase blocada e SHEET encaixado e com letras em um espaço único, forçando a leitura a “acelerar”. O monograma DS foi construído para funcionar como tag, sticker, reconhecível em escalas menores.
A dupla turquesa e terracota foi escolhida para se oporem quando colocadas lado a lado, remetendo à paleta dos cartoons americanos dos anos 90, Como Vaca e o Frango e O Laboratório de Dexter.
Os personagens animados que habitam as campanhas não são somente ilustrações de apoio, este hibridismo entre fotografia real e ilustração é proposital. É a materialização utilizada na linguagem visual da marca.A Dope Sheet entrega autenticidade construída em sua origem semântica e conceitual. O nome trás em duas palavras uma origem técnica e uma gíria de época. A identidade visual tem o código ajustado para ser reconhecida pela cultura que quer atingir e impacto suficiente para conseguir a atenção de novos consumidores. Uma marca feita para ir além do ciclo de hype. Feita para ser colada na parede, não apenas guardada no guarda roupa.
Dope Sheet
O streetwear é um segmento muito saturado e disputado no meio da moda. Marcas vem e vão no mesmo ciclo de hype que as criou. O desafio da Dope Sheet era entrar nesse mercado com autenticidade para ser reconhecida por quem cresceu ouvindo Tribe Called Quest e assistindo Fresh Prince, e ao mesmo tempo impactar jovens que descobriram essa cultura através dos streamings.
O ponto de partida foi técnica da animação, o dope sheet é o gráfico de controle e dá ritmo às cenas. Nas ruas, dope é uma gíria imortalizada na era dourada do hip hop para nomear o que é excelente, inesquecível. Sheet tem o som similar a “shit” um palavrão, mas que nas gírias, se transformou em aprovação máxima.
Essa origem na animação não é restrita somente ao nome. Ela tem como base o uma parte da linguagem visual da marca. Se o dope sheet criava o ritmo do cartoon, a identidade da Dope Sheet deveria então ter essa estética e lógica dos cartoons anos 90 e início dos 2000, Cartoon Network e Nickelodeon. Muros levados para as roupas. Cartoons levados para as ruas.O lettering do logotipo acontece em duas ideias. DOPE em pesado, com estrutura quase blocada e SHEET encaixado e com letras em um espaço único, forçando a leitura a “acelerar”. O monograma DS foi construído para funcionar como tag, sticker, reconhecível em escalas menores.
A dupla turquesa e terracota foi escolhida para se oporem quando colocadas lado a lado, remetendo à paleta dos cartoons americanos dos anos 90, Como Vaca e o Frango e O Laboratório de Dexter.
Os personagens animados que habitam as campanhas não são somente ilustrações de apoio, este hibridismo entre fotografia real e ilustração é proposital. É a materialização utilizada na linguagem visual da marca.A Dope Sheet entrega autenticidade construída em sua origem semântica e conceitual. O nome trás em duas palavras uma origem técnica e uma gíria de época. A identidade visual tem o código ajustado para ser reconhecida pela cultura que quer atingir e impacto suficiente para conseguir a atenção de novos consumidores. Uma marca feita para ir além do ciclo de hype. Feita para ser colada na parede, não apenas guardada no guarda roupa.
Dope Sheet
O streetwear é um segmento muito saturado e disputado no meio da moda. Marcas vem e vão no mesmo ciclo de hype que as criou. O desafio da Dope Sheet era entrar nesse mercado com autenticidade para ser reconhecida por quem cresceu ouvindo Tribe Called Quest e assistindo Fresh Prince, e ao mesmo tempo impactar jovens que descobriram essa cultura através dos streamings.
O ponto de partida foi técnica da animação, o dope sheet é o gráfico de controle e dá ritmo às cenas. Nas ruas, dope é uma gíria imortalizada na era dourada do hip hop para nomear o que é excelente, inesquecível. Sheet tem o som similar a “shit” um palavrão, mas que nas gírias, se transformou em aprovação máxima.
Essa origem na animação não é restrita somente ao nome. Ela tem como base o uma parte da linguagem visual da marca. Se o dope sheet criava o ritmo do cartoon, a identidade da Dope Sheet deveria então ter essa estética e lógica dos cartoons anos 90 e início dos 2000, Cartoon Network e Nickelodeon. Muros levados para as roupas. Cartoons levados para as ruas.O lettering do logotipo acontece em duas ideias. DOPE em pesado, com estrutura quase blocada e SHEET encaixado e com letras em um espaço único, forçando a leitura a “acelerar”. O monograma DS foi construído para funcionar como tag, sticker, reconhecível em escalas menores.
A dupla turquesa e terracota foi escolhida para se oporem quando colocadas lado a lado, remetendo à paleta dos cartoons americanos dos anos 90, Como Vaca e o Frango e O Laboratório de Dexter.
Os personagens animados que habitam as campanhas não são somente ilustrações de apoio, este hibridismo entre fotografia real e ilustração é proposital. É a materialização utilizada na linguagem visual da marca.A Dope Sheet entrega autenticidade construída em sua origem semântica e conceitual. O nome trás em duas palavras uma origem técnica e uma gíria de época. A identidade visual tem o código ajustado para ser reconhecida pela cultura que quer atingir e impacto suficiente para conseguir a atenção de novos consumidores. Uma marca feita para ir além do ciclo de hype. Feita para ser colada na parede, não apenas guardada no guarda roupa.























