Aipim
O mercado de alimentação popular no Brasil tem uma dificuldade de identidade, muitas marcas do segmento comunicam preço, comunicam quantidade deixam pra la a chance de comunicar de comunicar o que diferencia uma marca de comida brasileira de verdade: a sua alma.
O desafio do aipim em criar um visual agradável para um restaurante de entrega. Era construir uma marca capaz de mostrar com leveza e sem forçar nada. Tem o peso simbólico de um ingrediente que atravessa, regiões e classes sociais. O aipim ou mandioca, como queiram, é um patrimônio nacional. Sendo assim, uma marca construída a partir dela precisava honrar esse legado sem soar folclórica, sem cair no estereótipo do Brasil “verde branco e amarelo” e genérico que o mercado já conhece de sobra.
A pergunta então foi feita: como construir brasilidade sem recorrer às suas representações mais óbvias?Uma parte da estratégia vem do próprio nome, uma parte do conceito do projeto partiu de uma leitura semiótica da palavra "aipim", a faixa verde da bandeira nacional, onde estão inscritas as palavras "Ordem e Progresso", corta os dois "i´s" da palavra. Os pingos, interrompidos por essa faixa diagonal, funcionam como um código visual acenando para quem está dentro da cultura, uma curiosidade estética para quem está fora.
Essa é uma diferença entre brasilidade como estereótipo e brasilidade como identidade. A marca do aipim não mostra o Brasil na cor verde-amarela nem no traço folclórico. Ela carrega o Brasil na estrutura e no detalhe que exige atenção para ser percebido, de um símbolo de ordem em elemento de design para uma marca que celebra o improviso, o afeto e a mesa farta.
O tom de voz segue esta a mesma lógica: ser leve, com afeto e sem cerimônia, como o próprio prato do dia servido numa marmita com carinho.A construção estética da marca foi feita pela tipografia como protagonista.
A logo do aipim tem um desenho próprio, levemente imperfeito. As letras são largas, arredondadas, com formas que beiram o lúdico. Essa geometria parece ao mesmo tempo artesanal e sofisticada, popular e contemporânea.
Os elementos gráficos feitos a partir da tipografia são traços do próprio logotipo em escala ampliada. As curvas das letras "a", "p" e "m" viram grafismos que preenchem os fundos, criam ritmo e garantem que a identidade seja reconhecível mesmo sem o nome à vista.
A textura e os acabamentos da marca carregam um leve grão para ter uma sensação de papel craft, da madeira de mesa, tirando um pouco a sensação do digital demais, para não parecer muito “clean”.
Na paleta cromática, o Dark Teal Blue funciona para dar profundidade suficiente para ter contraste. O Salmon opera como temperatura e para dar “apetite”. O Rock Salt é respiro, para deixar os outras duas cores se sobressairem. Juntas, as três cores formam uma identidade que foge do vermelho-e-amarelo que domina o segmento de alimentação, especialmente no delivery.O que o aipim entrega é uma identidade visual que transforma um ingrediente popular em marca desejável.
O aipim é uma marca inteligente. Uma marca que respeita a inteligência de quem come, de quem entrega e de quem cria. Uma marca que trata de brasilidade não apenas com códigos tradicionais e já utilizados à exaustão, tem um pensamento de estrutura por trás.
Boa comida. Bons amigos. Bons momentos. E uma marca à altura de tudo isso.
Aipim
O mercado de alimentação popular no Brasil tem uma dificuldade de identidade, muitas marcas do segmento comunicam preço, comunicam quantidade deixam pra la a chance de comunicar de comunicar o que diferencia uma marca de comida brasileira de verdade: a sua alma.
O desafio do aipim em criar um visual agradável para um restaurante de entrega. Era construir uma marca capaz de mostrar com leveza e sem forçar nada. Tem o peso simbólico de um ingrediente que atravessa, regiões e classes sociais. O aipim ou mandioca, como queiram, é um patrimônio nacional. Sendo assim, uma marca construída a partir dela precisava honrar esse legado sem soar folclórica, sem cair no estereótipo do Brasil “verde branco e amarelo” e genérico que o mercado já conhece de sobra.
A pergunta então foi feita: como construir brasilidade sem recorrer às suas representações mais óbvias?Uma parte da estratégia vem do próprio nome, uma parte do conceito do projeto partiu de uma leitura semiótica da palavra "aipim", a faixa verde da bandeira nacional, onde estão inscritas as palavras "Ordem e Progresso", corta os dois "i´s" da palavra. Os pingos, interrompidos por essa faixa diagonal, funcionam como um código visual acenando para quem está dentro da cultura, uma curiosidade estética para quem está fora.
Essa é uma diferença entre brasilidade como estereótipo e brasilidade como identidade. A marca do aipim não mostra o Brasil na cor verde-amarela nem no traço folclórico. Ela carrega o Brasil na estrutura e no detalhe que exige atenção para ser percebido, de um símbolo de ordem em elemento de design para uma marca que celebra o improviso, o afeto e a mesa farta.
O tom de voz segue esta a mesma lógica: ser leve, com afeto e sem cerimônia, como o próprio prato do dia servido numa marmita com carinho.A construção estética da marca foi feita pela tipografia como protagonista.
A logo do aipim tem um desenho próprio, levemente imperfeito. As letras são largas, arredondadas, com formas que beiram o lúdico. Essa geometria parece ao mesmo tempo artesanal e sofisticada, popular e contemporânea.
Os elementos gráficos feitos a partir da tipografia são traços do próprio logotipo em escala ampliada. As curvas das letras "a", "p" e "m" viram grafismos que preenchem os fundos, criam ritmo e garantem que a identidade seja reconhecível mesmo sem o nome à vista.
A textura e os acabamentos da marca carregam um leve grão para ter uma sensação de papel craft, da madeira de mesa, tirando um pouco a sensação do digital demais, para não parecer muito “clean”.
Na paleta cromática, o Dark Teal Blue funciona para dar profundidade suficiente para ter contraste. O Salmon opera como temperatura e para dar “apetite”. O Rock Salt é respiro, para deixar os outras duas cores se sobressairem. Juntas, as três cores formam uma identidade que foge do vermelho-e-amarelo que domina o segmento de alimentação, especialmente no delivery.O que o aipim entrega é uma identidade visual que transforma um ingrediente popular em marca desejável.
O aipim é uma marca inteligente. Uma marca que respeita a inteligência de quem come, de quem entrega e de quem cria. Uma marca que trata de brasilidade não apenas com códigos tradicionais e já utilizados à exaustão, tem um pensamento de estrutura por trás.
Boa comida. Bons amigos. Bons momentos. E uma marca à altura de tudo isso.
Aipim
O mercado de alimentação popular no Brasil tem uma dificuldade de identidade, muitas marcas do segmento comunicam preço, comunicam quantidade deixam pra la a chance de comunicar de comunicar o que diferencia uma marca de comida brasileira de verdade: a sua alma.
O desafio do aipim em criar um visual agradável para um restaurante de entrega. Era construir uma marca capaz de mostrar com leveza e sem forçar nada. Tem o peso simbólico de um ingrediente que atravessa, regiões e classes sociais. O aipim ou mandioca, como queiram, é um patrimônio nacional. Sendo assim, uma marca construída a partir dela precisava honrar esse legado sem soar folclórica, sem cair no estereótipo do Brasil “verde branco e amarelo” e genérico que o mercado já conhece de sobra.
A pergunta então foi feita: como construir brasilidade sem recorrer às suas representações mais óbvias?Uma parte da estratégia vem do próprio nome, uma parte do conceito do projeto partiu de uma leitura semiótica da palavra "aipim", a faixa verde da bandeira nacional, onde estão inscritas as palavras "Ordem e Progresso", corta os dois "i´s" da palavra. Os pingos, interrompidos por essa faixa diagonal, funcionam como um código visual acenando para quem está dentro da cultura, uma curiosidade estética para quem está fora.
Essa é uma diferença entre brasilidade como estereótipo e brasilidade como identidade. A marca do aipim não mostra o Brasil na cor verde-amarela nem no traço folclórico. Ela carrega o Brasil na estrutura e no detalhe que exige atenção para ser percebido, de um símbolo de ordem em elemento de design para uma marca que celebra o improviso, o afeto e a mesa farta.
O tom de voz segue esta a mesma lógica: ser leve, com afeto e sem cerimônia, como o próprio prato do dia servido numa marmita com carinho.A construção estética da marca foi feita pela tipografia como protagonista.
A logo do aipim tem um desenho próprio, levemente imperfeito. As letras são largas, arredondadas, com formas que beiram o lúdico. Essa geometria parece ao mesmo tempo artesanal e sofisticada, popular e contemporânea.
Os elementos gráficos feitos a partir da tipografia são traços do próprio logotipo em escala ampliada. As curvas das letras "a", "p" e "m" viram grafismos que preenchem os fundos, criam ritmo e garantem que a identidade seja reconhecível mesmo sem o nome à vista.
A textura e os acabamentos da marca carregam um leve grão para ter uma sensação de papel craft, da madeira de mesa, tirando um pouco a sensação do digital demais, para não parecer muito “clean”.
Na paleta cromática, o Dark Teal Blue funciona para dar profundidade suficiente para ter contraste. O Salmon opera como temperatura e para dar “apetite”. O Rock Salt é respiro, para deixar os outras duas cores se sobressairem. Juntas, as três cores formam uma identidade que foge do vermelho-e-amarelo que domina o segmento de alimentação, especialmente no delivery.O que o aipim entrega é uma identidade visual que transforma um ingrediente popular em marca desejável.
O aipim é uma marca inteligente. Uma marca que respeita a inteligência de quem come, de quem entrega e de quem cria. Uma marca que trata de brasilidade não apenas com códigos tradicionais e já utilizados à exaustão, tem um pensamento de estrutura por trás.
Boa comida. Bons amigos. Bons momentos. E uma marca à altura de tudo isso.











